Francisco Kern explora como o Educador Social pode fazer a diferença trabalhando em Rede

“Desde o momento em que eu cheguei ao Seminário Nacional ficou muito claro pra mim o sentimento de pertencimento a ideia do Projeto Pescar. Ao que cada um entende como este Programa”,  afirmou o assistente social e professor Francisco Kern. Este pertencimento é do ser humano. “Precisamos pertencer a algo, nos envolver, ser reconhecidos pelo outro, para, a partir da rede primária – família e primeiras instâncias relacionais, reconstruir em nosso grupos sociais o aprendizado que houve na rede familiar.”

Quando o Jovem ingressa no Projeto Pescar, muitas vezes esta é uma das únicas portas que se abrem para ele. Muitas vezes, ele chega como indivíduo que vivencia todos os seus processos de vulnerabilidade. “Essa vulnerabilidade não é abstrata e constitui-se numa condição de ser e estar. Ela é concreta, vivencial, marcando uma experiência de vida, ou seja, relacional. “

Para o professor, se eu acreditar nesse Jovem e não reduzi-lo a sua fragilidade, ‘ao problema’, ele vai muito além: “Também acredita que pode pertencer a algo. E o afeto e o amor só ajudam.”

"O Educador Social tem o poder de Educador Social e com isso, a missão de produzir relações, produzir a verdade, produzir o outro."

“O Educador Social tem o poder de Educador Social e com isso, a missão de produzir relações, produzir a verdade, produzir o outro.”